PRIMEIRA ATUALIZAÇÃO PÕE BRASIL COMO SEXTO COLOCADO

Zurique (AE) – A Fifa divulgou ontem a atualização mensal do seu ranking, com a seleção da Alemanha permanecendo na liderança da lista. Sem qualquer novidade entre os 45 primeiros colocados da relação, os atuais campeões mundiais continuam em primeiro lugar com 1.725 pontos.

Os alemães são seguidos por duas seleções da América do Sul, a Argentina, derrotada na final da Copa do Mundo de 2014, com 1 538 pontos, e pela Colômbia, a terceira, com 1.450. A Bélgica é a quarta colocada na relação, com 1.417 pontos, enquanto a Holanda está em quinto lugar, com 1.374.

Já a seleção brasileira ocupa a sexta colocação com 1.316 pontos Adversária do Brasil em amistoso agendado para 26 de março, a França segue empatada na sétima colocação com Portugal, ambos com 1.160 pontos. A Espanha, em nono lugar, e o Uruguai, em décimo, fecham a lista das dez melhores seleções do mundo.

A primeira movimentação no ranking foi provocada pela queda da Zâmbia, que perdeu quatro posições e agora está em 50º lugar. Assim, as seleções da Eslovênia, Irlanda do Norte, Turquia e Mali foram favorecidas e ganharam um posto cada na lista.

A próxima atualização do ranking da Fifa será realizada em 12 de fevereiro e deve apresentar mudanças mais significativas, pois levará em consideração os resultados da Copa Africana de Nações e da Copa da Ásia, que serão disputadas a partir desse mês em Guiné Equatorial e na Austrália, respectivamente.

ELEIÇÕES
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, congratulou a decisão do príncipe Ali bin Al Hussein de desafiá-lo na próxima eleição presidencial da entidade ao declarar que a presença de um adversário é boa para o debate. “Eu só posso estar feliz com essa candidatura”, disse o dirigente ao jornal suíço Le Matin.

Blatter, de 78 anos, é favorito destacado para conquistar um quinto mandato presidencial na eleição presidencial da Fifa, que está marcada para 29 de maio. “Estamos em uma democracia e isso só pode ser benéfico para o debate”, afirmou o presidente da Fifa.

Um dos vice-presidentes da Fifa, o príncipe jordaniano, de 29 anos, declarou ao apresentar a sua candidatura que a entidade precisa se concentrar no futebol, se afastando das controvérsias.

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